Os cursos de ensino à distância têm se configurado como uma alternativa viável para muitos que, por não possuir uma agenda com períodos de disponibilidades, podem aprimorar seus conhecimentos por meio de ferramentas virtuais. Assim, cursos de formação de professores online também são necessários para que os docentes possam refletir sobre sua prática, de modo a aprimorar sua consciência crítica e reflexiva. No entanto, ressalta-se que, muitas vezes, os professores sequer dominam o uso da computação básica que lhe permita poder realizar um curso desse tipo, o que explicita uma grande lacuna no cenário atual de formação. Mais do que nunca, o que se verifica é uma grande necessidade de se desenvolver outras competências em outros campos de conhecimento como a tecnologia.
Por esse motivo que Kessler (2006) propõe que todos os professores devem ter, em sua formação, o acesso às universal skills, ou seja, à aprendizagem de habilidades universais que podem ajudar a prepará-lo para lidar com as futuras gerações de software, bem como ajudar a ter informação sobre o processo de tomada de decisão em um ambiente de CALL (Computer Assisted Language Learning).
A literatura sobre o tema aponta que é crescente o interesse em contextos virtuais para a formação. Entretanto, ressalta-se também que somente o domínio de TIs não é suficiente, uma vez que deve-se aprender a usar a tecnologia, mas sempre com fins pedagógicos. Ou seja, as decisões que influenciam o uso de CALL devem ser tomadas com base no entendimento da pedagogia e da tecnologia e de como elas se fundem.
Os textos de alguma forma tocam em pontos comuns, salientando a necessidade de integração entre tecnologia e educação, ou seja, o uso da tecnologia deve estar aliado ao conhecimento pedagógico, envolvendo professores, alunos e instituição. É preciso desmitificar a idéia de que a tecnologia não tem espaço na sala de aula, ideia ainda muito forte nas escolas de todo o país. A resistência em se utilizar a tecnologia é evidencida em professores mais experientes, ainda comprometidos com a abordagem tradicional de ensino. Por outro lado, muitos professores em pré-serviço apesar de apresentar um conhecimento técnico, de estarem familiarizados com o uso da tecnologia, não apresentam habilidades pedagógicas uma vez que há a falta da prática. Outras barreiras como tempo, grade curricular e até mesmo escassez de recursos podem dificultar essa interação entre tecnologia e educação. Logo, é necessário que os cursos de formação preparem o futuro professor a não apenas lidar com a tecnologia, mas a integrá-la na educação em benefício do processo de ensino/apredizagem. Ter uma grande competência pedagógica e ter uma grande competência tecnológica, infelizmente, não implica uma adoção de tecnologia eficiente visando a educação. Competência pedagógica e competência tecnológica devem se relacionar em prol da educação.
Considerando que a aprendizagem ocorre em uma diversidade de contextos (Egbert, 2006), também devemos nos preocupar com a qualidade das interações em CALL por meio da valorização das experiências pessoais dos aprendizes e de uma reflexão sobre o papel do instrutor em contextos virtuais. Independentemente da maneira como é organizado, os cursos e a interação em CALL requerem uma organização maior do que os cursos ditos presenciais. Por mais que a aprendizagem virtual peça um aprendiz mais autônomo, as orientações do cursos e a organização deste devem apresentar-se de maneira bastante clara e coerente, a fim de oportunizar o tempo em que o aluno estiver em contato com o conteúdo oferecido pelo curso.
Ao refletir sobre os cursos online, Bauer-Ramazani (2006), sugere que cursos online e presenciais são semelhantes em alguns caminhos e diferentes em outros. O que há de similar é que ambos envolvem ambientes particulares de aprendizagem, objetivos, interações entre professor-aluno e aluno-aluno, tarefas, instrumentos e procedimentos de avaliação. No entanto, as diferenças ocorrem na maneira como cada elemento do curso pode ser realizado. Um exemplo seria a interação, em um curso presencial, ela acontece em dia, tempo e espaço determinados, em contraste, em um curso online, as interações são menos determinadas, mais fluidas. Dessa forma, a reflexão sobre os cursos, poderiam levar em conta que contextos diferentes requerem estratégias pedagógicas e técnicas diferentes para motivar o engajamento dos alunos nos cursos. A partir dessa perspectiva, é importante criar uma comunidade de prática entre os aprendizes, incluindo um olhar mais crítico sobre a efetivação e o sucesso no uso da tecnologias.
Os cursos de ensino à distância têm se configurado como uma alternativa viável para muitos que, por não possuir uma agenda com períodos de disponibilidades, podem aprimorar seus conhecimentos por meio de ferramentas virtuais. Assim, cursos de formação de professores online também são necessários para que os docentes possam refletir sobre sua prática, de modo a aprimorar sua consciência crítica e reflexiva. No entanto, ressalta-se que, muitas vezes, os professores sequer dominam o uso da computação básica que lhe permita poder realizar um curso desse tipo, o que explicita uma grande lacuna no cenário atual de formação. Mais do que nunca, o que se verifica é uma grande necessidade de se desenvolver outras competências em outros campos de conhecimento como a tecnologia.
Por esse motivo que Kessler (2006) propõe que todos os professores devem ter, em sua formação, o acesso às universal skills, ou seja, à aprendizagem de habilidades universais que podem ajudar a prepará-lo para lidar com as futuras gerações de software, bem como ajudar a ter informação sobre o processo de tomada de decisão em um ambiente de CALL (Computer Assisted Language Learning).
A literatura sobre o tema aponta que é crescente o interesse em contextos virtuais para a formação. Entretanto, ressalta-se também que somente o domínio de TIs não é suficiente, uma vez que deve-se aprender a usar a tecnologia, mas sempre com fins pedagógicos. Ou seja, as decisões que influenciam o uso de CALL devem ser tomadas com base no entendimento da pedagogia e da tecnologia e de como elas se fundem.
Os textos de alguma forma tocam em pontos comuns, salientando a necessidade de integração entre tecnologia e educação, ou seja, o uso da tecnologia deve estar aliado ao conhecimento pedagógico, envolvendo professores, alunos e instituição. É preciso desmitificar a idéia de que a tecnologia não tem espaço na sala de aula, ideia ainda muito forte nas escolas de todo o país. A resistência em se utilizar a tecnologia é evidencida em professores mais experientes, ainda comprometidos com a abordagem tradicional de ensino. Por outro lado, muitos professores em pré-serviço apesar de apresentar um conhecimento técnico, de estarem familiarizados com o uso da tecnologia, não apresentam habilidades pedagógicas uma vez que há a falta da prática. Outras barreiras como tempo, grade curricular e até mesmo escassez de recursos podem dificultar essa interação entre tecnologia e educação. Logo, é necessário que os cursos de formação preparem o futuro professor a não apenas lidar com a tecnologia, mas a integrá-la na educação em benefício do processo de ensino/apredizagem. Ter uma grande competência pedagógica e ter uma grande competência tecnológica, infelizmente, não implica uma adoção de tecnologia eficiente visando a educação. Competência pedagógica e competência tecnológica devem se relacionar em prol da educação.
Considerando que a aprendizagem ocorre em uma diversidade de contextos (Egbert, 2006), também devemos nos preocupar com a qualidade das interações em CALL por meio da valorização das experiências pessoais dos aprendizes e de uma reflexão sobre o papel do instrutor em contextos virtuais. Independentemente da maneira como é organizado, os cursos e a interação em CALL requerem uma organização maior do que os cursos ditos presenciais. Por mais que a aprendizagem virtual peça um aprendiz mais autônomo, as orientações do cursos e a organização deste devem apresentar-se de maneira bastante clara e coerente, a fim de oportunizar o tempo em que o aluno estiver em contato com o conteúdo oferecido pelo curso.
Ao refletir sobre os cursos online, Bauer-Ramazani (2006), sugere que cursos online e presenciais são semelhantes em alguns caminhos e diferentes em outros. O que há de similar é que ambos envolvem ambientes particulares de aprendizagem, objetivos, interações entre professor-aluno e aluno-aluno, tarefas, instrumentos e procedimentos de avaliação. No entanto, as diferenças ocorrem na maneira como cada elemento do curso pode ser realizado. Um exemplo seria a interação, em um curso presencial, ela acontece em dia, tempo e espaço determinados, em contraste, em um curso online, as interações são menos determinadas, mais fluidas. Dessa forma, a reflexão sobre os cursos, poderiam levar em conta que contextos diferentes requerem estratégias pedagógicas e técnicas diferentes para motivar o engajamento dos alunos nos cursos. A partir dessa perspectiva, é importante criar uma comunidade de prática entre os aprendizes, incluindo um olhar mais crítico sobre a efetivação e o sucesso no uso da tecnologias.